Se procura reduzir a dependência dos óculos, tratar uma catarata ou cuidar da sua saúde ocular, o primeiro passo é uma avaliação que permita compreender o seu caso. Dr. Pedro Borges, médico oftalmologista dedicado à cirurgia refrativa e à cirurgia de catarata.
A visão é o mais nobre dos sentidos, e o que mais condiciona a nossa autonomia e a forma como nos relacionamos com o mundo.
A decisão médica é consequência de uma avaliação rigorosa, não de uma técnica escolhida à partida. Mesmo quando há várias opções possíveis, nem todas são adequadas ao seu olho e às suas expectativas. Por isso explico com clareza o diagnóstico, as alternativas e os seus limites, e considero igualmente importante saber dizer quando uma intervenção não está indicada.
Uma boa decisão médica não é a que conduz a uma cirurgia, mas a que conduz à melhor escolha para si.
A mesma graduação não significa a mesma cirurgia.
A idade, a graduação, a espessura e a geometria da córnea, a superfície ocular, a anatomia do olho, as expectativas e o estilo de vida são alguns dos fatores que influenciam a escolha. Nem sempre a técnica mais sofisticada é a mais adequada: a melhor opção é a que melhor se adapta a cada olho.
A técnica de referência para muitas graduações, com recuperação visual rápida.
Criação do retalho com laser de femtosegundo, sem lâmina. Maior precisão, com vantagens e limites próprios.
Técnica de superfície, por vezes preferível quando a córnea é mais fina ou em situações específicas.
ICL, Artisan ou Artiflex, uma solução para graduações elevadas ou situações em que o laser não é a melhor opção.
A lente mais sofisticada não é necessariamente a melhor.
A catarata trata-se substituindo o cristalino por uma lente intraocular. Há várias estratégias possíveis. Atualmente dispomos de uma panóplia de lentes intraoculares de última geração.
Depois dos 45, a solução é sobre distâncias.
Com a idade, o olho perde a capacidade de focar ao perto. Há hoje estratégias, por lente ou por técnica, para reduzir a dependência dos óculos nas diferentes distâncias. A abordagem certa depende do seu olho, do seu dia a dia e das suas expectativas.
Avaliação e tratamento das doenças da córnea e da superfície do olho.
Olho seco e disfunção das glândulas de Meibomius, com IPL quando indicado.
Deteção precoce e acompanhamento de uma doença silenciosa.
Oclusões vasculares, DMI, retinopatia diabética, entre outras.
Procedimentos YAG, árgon e díodo, em contexto de consulta.
Consulta de avaliação e acompanhamento da saúde visual do adulto.
Responda a estas 3 perguntas rápidas e ajudamos a orientar o seu caso para o local mais adequado.
A indicação de qualquer tratamento depende sempre de uma avaliação clínica presencial. Esta orientação não constitui diagnóstico nem marcação.
Na grande maioria dos casos, não. Faz-se com anestesia em gotas e o desconforto é habitualmente mínimo. Sente-se pressão e luz, não dor. Tudo é explicado em detalhe na avaliação.
A cirurgia é rápida, habitualmente poucos minutos por olho. Para muitas pessoas a recuperação visual é rápida nos primeiros dias. O regresso ao trabalho e ao desporto depende do procedimento e é indicado na consulta.
É uma preocupação comum. Existem mecanismos que mantêm o olho na posição correta e a colaboração pedida é mínima. A equipa acompanha cada passo.
A cirurgia refrativa pode reduzir muito, e em muitos casos eliminar, a dependência dos óculos. Depende do seu olho e da sua graduação. A partir dos 45 anos, a presbiopia pode exigir apoio ao perto, e há soluções para isso. O objetivo é sempre uma expectativa realista.
Nem toda a gente é candidata, e isso é uma boa notícia, não uma má. Certas características do olho, graduações ou condições podem desaconselhar a intervenção. Saber dizer quando não está indicado faz parte de uma boa decisão médica.
A escolha nasce da avaliação, não do contrário. A idade, a graduação, a córnea, a superfície ocular, a anatomia do olho e as suas expectativas definem o que faz sentido. Explico as opções e os seus limites, para decidirmos em conjunto.
Toda a cirurgia tem riscos e limites, e ser claro sobre eles faz parte da consulta. Falamos do que é expectável no seu caso, do que a cirurgia pode e não pode resolver, e das situações em que não está indicada.
Universidade do Porto (FMUP).
Hospital de Santo António, Centro Hospitalar do Porto.
Fellow of the European Board of Ophthalmology.
Médico Assistente no IPO do Porto. Hospital Lusíadas e Grupo Trofa Saúde.
O foco cirúrgico é o Hospital Lusíadas, onde estão disponíveis todos os procedimentos. Escolha o local mais conveniente e agende a sua consulta.
Consulta e cirurgia de oftalmologia. Indique que pretende marcar com o Dr. Pedro Borges.
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Consulta de oftalmologia nas unidades da Trofa e de Famalicão.
Deixe o seu contacto e a equipa orienta o seu pedido para o local mais adequado, com toda a informação. Se preferir, ligue diretamente para um dos locais de consulta.
Doctoralia:
Marcação online e opiniões